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Baixa e Avenida da Liberdade

O vale onde hoje se localiza a Baixa foi inicialmente um esteiro do rio Tejo, progressivamente assoreado.

Com maior desenvolvimento sobretudo a partir do séc. XII, a Baixa estendia-se entre o Rossio, junto às portas de Santo Antão, e a zona da Ribeira, que ganhou nova importância no início do séc. XVI com a construção do Palácio Real. 

O centro económico e político de Lisboa, metrópole do Império Português, foi o local mais afectado pelo violento sismo que em 1755 deixou um rasto de destruição sem precedentes. Sob orientação de um dos ministros do reino (futuro Marquês de Pombal), a Baixa foi alvo de um pragmático e inovador plano de reconstrução, que mudou radicalmente a imagem de Lisboa. 

O plano incluiu a construção de um jardim no topo norte da cidade – o Passeio Público, demolido no final do séc. XIX para permitir a construção da elegante e luxuosa avenida da Liberdade e a expansão da cidade nesta direcção.


DESTAQUES:


- ASCENSOR DA GLÓRIA

Construído em 1885, o Ascensor da Glória liga a Praça dos Restauradores ao Bairro Alto. Inicialmente movido através do contrapeso de água, só passou a funcionar com energia eléctrica a partir de 1914. Neste ascensor foi em tempos possível viajar na cobertura, em dois bancos corridos, a que se acedia através de uma escada em caracol.

Mesmo junto à parte superior, é obrigatória uma visita ao romântico Miradouro de São Pedro de Alcântara.


- ASCENSOR DO LAVRA

Inaugurado em 1884, o Ascensor do Lavra é o mais antigo da cidade de Lisboa. Liga o Largo da Anunciada (junto à Avenida da Liberdade) à Rua Câmara Pestana. Nas imediações, vale a pena descobrir o Jardim do Torel, um dos mais tranquilos e surpreendentes jardins de Lisboa.


- ELEVADOR DE SANTA JUSTA

Da autoria do engenheiro Raoul Mesnier de Ponsard, o Elevador de Santa Justa foi inaugurado em 1902. Com 32 metros de altura, faz a ligação entre a Rua do Ouro, na Baixa, e o Largo do Carmo.

De todos os elevadores da cidade, esta construção em ferro, de estilo neogótico, é a mais elaborada e impressionante, evidenciando influências arquitectónicas do Convento do Carmo, construído no séc. XIV e hoje em ruínas na sequência do terramoto de 1755.



- ESTAÇÃO DO ROSSIO

Construída como Estação Central da cidade de Lisboa em 1890, foi desenhada pelo arquitecto José Luís Monteiro. 

Ao centro da fachada principal, em estilo neo-manuelino, está a estátua do rei D. Sebastião, desaparecido em África em 1578, na batalha de Alcácer Quibir.

Actualmente, a estação serve apenas a linha entre Lisboa e Sintra, para onde partem comboios regulares a cada 15-30 minutos.







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